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Vale do Jari mergulha na crise

Do blog do Piteira:

Demissão de trabalhadores, aumento da inadimplência no comércio local, redução nas vendas, aumento dos índices de violência e da criminalidade nas cidades de Almeirim, Monte Dourado, no Pará, Laranjal do Jarí e Vitória do Jarí, no Amapá.
Essa é a nova realidade em que vive a população dos municípios localizados no vale do rio Jarí, que divide os dois estados, depois que a crise econômica mundial estendeu seus tentáculos sobre o distrito de Monte Dourado, em Almeirim, onde estão as empresas do grupo Orsa, herdeiro do que foi um dia o famoso Projeto Jarí, criado pelo americano Daniel Ludwig, no início dos anos 70. A Jarí Celulose é a principal empresa do grupo no município.


Desde o início da crise, no final do ano passado, a Jarí e empresas prestadoras de serviço já demitiram 1.200 trabalhadores. Outra empresa, a Caulim da Amazônia S/A (Cadam), do grupo Vale, demitiu outros cem e deu férias coletivas para mais 200 trabalhadores.
Segundo Augusto Praxedes Neto, gerente de sustentabilidade e relações institucionais do Grupo Orsa, as demissões foram conseqüência inevitáveis da redução nas exportações e na queda do preço da celulose no mercado internacional. “O preço caiu pela metade, a demanda internacional diminuiu. Não tivemos outra saída”, afirmou. Na sexta-feira passada, o preço da celulose no mercado internacional era de 579 dólares a tonelada.

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