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Caminhada Ecológica precisa de apoio para realização

No Quarto Poder:

Falta apoio para evento ecológico.
Por: Martha Costa*
Em sua XIX edição, a Caminhada Ecológica, evento realizado durante o verão amazônico que visa despertar a consciência ambiental e promove a limpeza das praias do litoral santareno, no percurso entre as Praias do Maracanã e Alter do Chão, passa por dificuldades devido à falta de apoio para realização do evento. Faltando pouco mais de um mês para sua realização, a coordenação do Grupo de Defesa da Amazônia (GDA) está trabalhando intensamente para conseguir parceiros e apoiadores da causa ambiental.

Este ano, a XIX Caminhada Ecológica está prevista para acontecer nos dias 9 e 10 de novembro e a expectativa da coordenação é atrair mais de 100 participantes, pessoas compromissadas com as questões ambientais, estudantes universitários e a sociedade em geral que durante a caminhada além de contribuir com a preservação ambiental também poderá desfrutar de paraísos poucos explorados.

A coordenação espera que até meados de outubro todas as parcerias necessárias para realização do evento sejam firmadas, e que o evento deste ano possa ganhar novos adeptos, pessoas conscientes do seu papel ambiental e principalmente social, uma vez que a luta pela preservação ambiental também assegura melhoria na qualidade de vida de toda uma população.

O GDA fica localizado na avenida Agripina de Matos, próximo ao Colégio Cabral e os interessados em ajudar neste projeto, que tem quase 20 anos de realização podem ainda entrar em contato pelo telefone (93) 3522-6852. No total serão percorrido 40 quilômetros, com saída às 8h do dia 9, sábado, da Praia do Maracanã e chegada às 12h do domingo, 10, na praia de Alter do Chão.

Preocupação com o Meio Ambiente

Em anos anteriores, a Caminhada Ecológica conseguiu retirar das praias santarenas um montante de até duas toneladas de lixo em um único evento. Garrafas pet, pneus de carros, embalagens de confecções, material que leva até 500 anos para se decompor e que causa danos irreversíveis ao ecossistema e a biodiversidade. Porém, os danos ambientais não param por ai, no lago do Juá, é visível o assoreamento do lago e a falta de pescado.



*É jornalista

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